terça-feira, 18 de outubro de 2011

#Dicas

Está grávida e é solteira? Veja algumas dicas na minha coluna no site da revista Pais e Filhos http://revistapaisefilhos.com.br/so-no-site/flavia-werlang/dicas-para-maes-solteiras

Estas são só algumas dicas.
Ainda vou escrever o livro com muito mais. Aguarde!!!
beijos
Flavia

4 comentários:

  1. Gente, nunca pensei que um dia eu precisasse dizer isso, mas estou começando a acreditar ser mais fácil ser mãe solteira e não ter um pai tão presente, do que estar grávida de um namorado que mal olha pra você, que não quer fazer um carinho na sua barriga, que não conversa com o bebê, que todas as noites dorme de costas para você, que diz que você "aumentou bem" enquanto todos dizem que você está cada dia mais linda grávida, que prefere trabalhar até tarde da noite ao invés de te ajudar a planejar a chegada do filho, que nunca te ajudou a ver o que falta comprar...Gente, é triste demais...mais triste ainda quando você lembra as inumeras vezes que foi desprezada por ele, mandada embora e pior: quando lembra que ele disse: Esse filho foi a pior coisa que vc fez e depois que falou, tenta se justificar dizendo que estava nervoso...
    Como fica a cabeça de uma mulher grávida, de 7 meses, nessas situações?...que caminho seguir? ...me acho capaz de criar esse bebê sozinha...só não tenho pra onde ir!

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  2. Oi Flavia, lendo seu blog fiquei a refletir, não na minha vida, mas na de uma ex do meu marido.
    Minha história é a seguinte, namorava meu atual marido e em uma das nossas brigas, ficamos bastante tempo separados, tive outros namorados e ele claro q tb...
    Num dia tivemos uma "recaida", e o resultado foi que engravidei, ele quis casar cmgo e como sempre o amei, aceitei... ótimo pai, sempre me acompanhou, é melhor pai do q marido e meu filho é muito ligado nele.
    Acontece q 3 anos depois... aparece uma intimação para ele na casa dos pais, ele foi ver e descobriu q tem um filho da mesma idade q o meu... meu mundo desabou, ele alegava q não podia ser dele, mas o dna provou a paternidade, desde então meu casamento esta em crise.
    Ele ficou encarregado a pagar pensão ao menino, mas até hj ele foi ver 1 vz o menino, ele diz não sentir nada. Mas me sinto culpada. Talvés sem mim ele fosse mais pai.
    Penso em me separar, mas não seria injusto com meu filho...
    É difícil sabe... não quero ser culpada por a falta d amor dele com o outro filho.
    O que faço?
    Fui criada sem pai, meu pai nunca deu a minima para mim, nem me registrar registrou... e a magoa q sinto dele é grande, por mais q eu tente esconder, não queria isso para ninguém.
    Desculpa o desabafo, mas procuro uma ajuda...

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  3. Criando Asas: Acredito que vc já está gerando seu filho sozinha. Pelo que você expressou não está tendo nenhum tipo de apoio do seu parceiro. Ele pode estar fisicamente mas, até que ponto ele está ao seu lado? Acredito que dar apoio é mais que isso. Tenho certeza que será capaz de fazer muito mais por vcs dois. Nesta fase da gravidez ficamos mais vulneráveis, queremos que alguém nos "proteja", mas temos que ver até que ponto o outro está fazendo este papel. Fique tranquila que, após o bebê nascer com certeza você estará mais fortalecida e acredito que conseguirá fazer as escolhas do que serve e o que não serve mais para a sua vida. E tb vai conseguir emprego e uma estrutura para vc e sua filha. Acredito nisso. Se quiser me add no msn ou me mande email. bjss

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  4. Para Anônimo: Em primeiro lugar, não se sinta culpada. Entendo que você se identificou com a história do outro filho do seu marido por ter sido criada sem pai, mas você não tem culpa desta situação. Se existe alguma "culpada" é a mãe da criança que não exigiu o DNA assim que a criança nasceu. Seu marido tb não é obrigado a sentir o mesmo vinculo que tem pelo filho que tem com vc. Afinal, ele vê o filho de vcs todos os dias, convive com ele, sabe dos hábitos dele, das preferencias dele, etc. O outro ele não conhece, ele não sabe quem é. Ele não teve a oportunidade de conhecê-lo. Se eles tivessem sido apresentados desde a maternidade, se tivesse sido estipulado um dia de visitas (mesmo que pela Justiça) ele poderia ter tido a oportunidade de criar este vinculo. Mas, pelo jeito, a mãe da criança demorou a se decidir em dar este direito à paternidade à criança e ao seu marido. Existem experiências que não tem como voltar atrás, reviver. Vou te contar uma historia pessoal: meu pai soube um filho “apareceu” aos 22 anos de um affair no passado. Ela engravidou do meu pai mas ele voltou de uma viagem ao Rio de Janeiro casado e a mulher resolveu nunca mais tocar no assunto. Meu irmão só soube quem era seu pai biológico quando completou 18 anos. Eles se conhecem e meu pai tenta manter contato, mas nunca terão o vinculo que nós tivemos - infelizmente, porque meu pai sempre quis um filho homem! E ele se parece fisicamente e até no jeito, na forma de gesticular!! Não é por falta de vontade de amar ou porque ele já tem uma família, mas porque o tempo não volta atrás. Se quiser conversar mais meu msn flavia_werlang@hotmail.com
    bjss

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