segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A mãe solteira quer um pai presente, ou ausente de vez?

http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/flavia-werlang/a-mae-solteira-quer-um-pai-presente,-ou-ausente-de-vez

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"A mãe, independente do estado civil, sempre quer o MELHOR para seu filho. E o melhor nem sempre está escrito na 'cartilha' seguida pela maioria. Este artigo só reforça a decisão já tomada! Obrigada, mais uma vez, querida Flavia!"
Isso mesmo, Alê... É isso que queremos, o melhor para os nossos filhos :)


4 comentários:

  1. confesso que fico me perguntando isso...

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  2. Oi Flavia, de blog em blog achei o seu e como tô nesse barco te sigo ok?

    Bjs enormes!

    gabirosaflor.blogspot.com

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  3. oi querida!!no meu caso ele está e acho que prefiro que ele continue "ausente de vez".Estou com outra pessoa que ama meu filhote e a reciproca é verdadeira. Qd ele aparecer não sei se vai haver mais espaço pra ele...bjocas

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  4. olá! adorei o blog, com certeza vou acompanhar sempre. sou mãe solteira dupla, no meu caso com um filho de cada pai. o pai do meu filho mais velho (4 anos) passou 1 ano longe depois que separamos mas agora voltou, e está fazendo um bem enorme pro Théo. o pai do meu 2o filho (q nasce em outubro) é português e mora lá, e está se recusando a registrar o bebê, após ter aprontado todas comigo. estou em processo de reconhecimento de paternidade e alimentos, estou sofrendo muito com isso pois não me conformo como uma pessoa pode simplesmente ignorar a existencia de um serzinho q não tem culpa de nada. perdoei o pai do meu 1o filho pois ele acordou a tempo de perceber o que estava perdendo e agora tenta à maneira dele recuperar o tempo perdido. já o pai do Breno acho q não tem jeito, já tentei de todas as maneiras mesmo de longe faze-lo criar um vínculo com a criança mas não tem jeito. foram duas situações muito diferentes, e acredito q uma pessoa que faz uma mulher grávida passar por todo tipo de nervoso e passar sem o mínimo apoio moral ou financeiro, não poderá nunca ser um bom pai. por isso rezo para q ele fique sempre longe, ninguém precisa de uma pessoa tão fria quando se tem uma mãe como eu, que mesmo sozinha dá a vida pelos filhos. mas acredito que ser "heroína" é bem mais difícil do que ser "mocinha", e sei que isso é reconhecido desde cedo pelos filhos. o apego que eles têm com a gente é maior que qualquer amor de homem, que aliás, não me faz a menor falta. somos guerreiras! beijos a todas.

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