sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Antes só...

Mães,
Estava lendo o livro "Mamãe Sexy", da Betty Londergam, e tem um trecho que ela fala da vulnerabilidade que a grávida passa no último trimestre da gestação (é verdade!!) e aceita qualquer coisa para ter um homem - o pai do baby - ao seu lado, por mais cafajeste que esse homem seja. Mas, acredite em Betty, em mim e em outras tantas mães que já passaram por isso: NÃO VALE A PENA. Isso passa e logo você estará recuperada e ainda mais forte.
Olha as palavras de Betty:

"Nos últimos meses antes de Lulu nascer, eu estava tão desesperada por arrancar um compromisso do pai dela que fingi não perceber todos os sinais que ele dava de que não iria estar por perto. (Inclusive a vez em que disse: ―Não vou estar por perto‖.) Em vez de dizer-lhe para sumir, eu fui arrastando nosso relacionamento em dolorosa câmera lenta. Emprestei dinheiro a ele. Dei-lhe meu carro. Lavei a roupa dele, cozinhei para ele e cuidei da filha dele enquanto ele saía à noite. Basta? Para mim, bastou! É doloroso lembrar como eu era patética, pensando que qualquer relacionamento com o pai de Lulu seria melhor que nada.
Olhando para trás eu desejaria não ter deixado que o pouco caso dele tivesse pesado sobre os doces dias de minha gravidez, e ter sido corajosa o bastante para enxergar os fatos e ver que ele nunca se transformaria em um ótimo pai e marido. Nem mesmo em alguém aceitável. Ele continuaria a ser como é — e se eu tivesse conseguido aceitar isso, teria poupado muito sofrimento a mim e a Lulu.
Isso é importante, então me ouçam, meninas. Teria sido melhor para meu bebê se eu tivesse me afastado do pai dela no momento em que ele expressou claramente sua incapacidade de assumir a responsabilidade. É claro que isso teria significado confrontar diretamente todos os hormônios e emoções que me diziam que eu não podia ficar sozinha e tinha de dar um pai para meu bebê. Aprendi tarde demais — e de um modo muito mais doloroso — que se você estiver feliz (ou pelo menos um pouco estável), será muito mais saudável e terá mais sucesso como mãe solteira do que se ficar se arrastando atrás de um homem que a deixe louca."

É simples assim.

8 comentários:

  1. Betty, Amiga.. lavar roupa dele? NUNCA!!!
    Eu amava (passado?), mas sempre tive meu orgulho lá nas alturas.
    Fiz questão de ser uma grávidsa linda. E fui.
    Feliz. Fui.
    Encantadora. Fui.
    Ele soube de tudo isso e veio se chegando, do jeito dele. Levou muitas patadas. Leva muitas patadas até hoje e se ele reclama eu digo: "Eu tenho todo o direito de ser grossa com você até o fim de nossas vidas e ainda fico com saldo." Ele cala. Sabe que falo a verdade.
    Hoje, as magoas são bem menores. A gente se dá bem, graças a Deus.
    Beijooooooooooooooooo.
    Cinthya
    http://odivaadellas.blogspot.com

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  2. Arrastar relacionamentos mortos por motivos duvidosos infelizmente não é exclusivo de mamães em espera. Mas bom a gente saber quando está mais vulnerável para ficar mais esperta, né?

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  3. Verdade, Juju!!
    E Cinthya!! Deu uma aula para nós e para a Betty!! hahaha. Acho que seu livro vai se chamar Mamãe Super Sexy!!

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  4. É sério, meninas.
    Eu nunca deixei de ama-lo. Mas em primeiro lugar sempre veio EU e o MEU FILHO. Depois a NOSSA PAZ. Não permitia e não permito que nada atrapalhe isso. Se ele não queria ficar do nosso lado, era uma escolha dele e eu aprendi a ser feliz com isso. Claro que se ele tivesse agido diferente eu teria realizado inúmeros outros sonhos... Mas...
    Eu fui uma grávida linda, todo mundo babava. Sempre sorrindo, encantando as pessoas (a gente tem esse poder). Ele foi se chegando, se chegando...
    A nossa vida é o que está dentro do nosso ventre.
    O pai, é um detalhe.
    Esse pensamento me ajudou muito.
    E, cá entre nós, homem nenhum resiste a uma mulher determinada.
    Beijos,
    Cinthya
    http://odivaadellas.blogspot.com

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  5. Tem selinho rpa vc no meu blog querida... beijokas

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  6. Nossa!! essa historia é muitoooooooo parecida com a minha!!!

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  7. è ..parece que n[os muheres não nos damos conta da força invisível que temos ! Muito boa a sua reflexão!
    Bjs

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  8. Simples não é. Não mesmo. Mas eu consegui abrir mão do "pai" logo que vi que ele não estava nem aí pra mim nem pra o bebê. Dói, mas dói muito. Até hoje sinto o vazio, mas não me permito me anular só pra ter a figura do pai. E vida que segue...

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