quarta-feira, 16 de novembro de 2011

NOVO ENDEREÇO!!


Olá Mães!!
O Grávida, estado civil mãe (solteira) está funcionando em novo endereço.
Peço que comecem a fazer login lá a partir de agora para participar do blog. Passei o conteúdo deste para lá também, então dá para pesquisar posts antigos e ficar atualizada com os novos.
E o ambiente virtual foi decorado especialmente para vocês!!
Sejam bem-vindas no novo blog http://www.gravidasolteira.com.br/
beijos
Flavia e Luna

sábado, 29 de outubro de 2011

Change

Hello, moms,

Vá para http://www.gravidasolteira.com.br

Mais conteúdo, mais conforto, mais informação.

Beijos

Flavia e Luna


LINKS no novo endereço e contato permanente

OBS1:

Se o seu blog ainda não está no novo blog na parte de LINKs, por favor me envie email para werlang.flavia@gmail.com ou clique na cartinha do novo blog para me mandar uma mensagem e eu adicionar!!!

Obs2:

Para receber as atualizações permanentemente vá no fim da tela e se inscreva no


Se acharem complicado, me avisem que faço um passo a passo!!!

bjsss
Flavia

NOVO ENDEREÇO FUNCIONANDO COM TODOS OS POSTS


Oi Meninas!!! Todos os postos também estão no novo endereço http://www.gravidasolteira.com.br/!!!
Então, podem deixar os seus recados lá também!!!
Eu vou ver e responder um por um, prometo!!!

Olá

Bem vindas ao novo endereço do blog Grávida Solteira Estado Civil (Mãe). Fizemos uma nova adequação ao nosso “lar” para deixar o nosso ambiente mais agradável e acolher melhor as mães que aqui chegarem. Afinal, é disso que um lar precisa: receber com calor, facilitar o contato e deixar quem o habita à vontade. É isso que quero com este blog. Quero que vocês estejam “em casa” para se identificar com o que aqui está sendo dito, interagir com a autora (eu) e deixar seus comentários. A partir disso, vamos trocando informações e formar uma grande rede de contatos para discutir os problemas que norteiam o dia-a-dia das mães solteiras, como as mesmas superam as dificuldades e, o mais importante, uma incentivando a outra nos momentos mais difíceis. Assim, vamos formar um grande “manual” de como vencer todos estes dilemas. E viva aos nossos babies. E viva a nossa coragem e disposição de nos superar cada dia mais.

Um grande beijo

Flavia Werlang

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

NOVO ENDEREÇO!!

Olá meninas,
O Grávida, Estado Civil Mãe (Solteira) está atendendo em novo endereço com algumas novidades.
http://www.gravidasolteira.com.br/
Dê um confere!!! Aceito críticas, sugestões, dicas...
O blog é nosso!!!
beijo com carinho :)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Um brinde à nós, pacotes completos

http://revistapaisefilhos.com.br/so-no-site/flavia-werlang/um-brinde-a-nos,-pacotes-completos


Veja a coluna em que comento as delícias de ser uma mãe solo e que nem sempre um companheiro ao lado é sinal de "Família Doriana".
Beijosss

Contato com as mães

Olá mães!!
Preciso do email das mães que aceitam participar de uma pesquisa e matéria. Todas as mães, solo ou não.
Me enviem seus endereços de email por aqui ou para werlang.flavia@gmail.com?
Bjs e Obrigada :)

Oi meninas, consegui fechar uma parte da matéria e quero agradecer a disposição e colaboração de vocês :)
Que time, hem?!! Tamos de parabéns!!!
Beijo enorme em cada uma.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

#Dicas

Está grávida e é solteira? Veja algumas dicas na minha coluna no site da revista Pais e Filhos http://revistapaisefilhos.com.br/so-no-site/flavia-werlang/dicas-para-maes-solteiras

Estas são só algumas dicas.
Ainda vou escrever o livro com muito mais. Aguarde!!!
beijos
Flavia

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Xico Sá defende o "pacote completo", mulher e filhos

Mães Solo,
Urgente!! o Tudo de Bom Xico Sá escreveu a crônica" Pelo "pacote completo", mulher e filhos" hoje. Não deixem de ler. O jornalista escreve de forma deliciosa que " as mulheres com filhos são especiais, especialíssimas..." e ainda que "As mulheres com filhos são o que há de mais tentador... Incríveis, magníficas, únicas."

#Palmas, Xico!!

Visitem, escrevam, entrem na fila!!!

http://xicosa.folha.blog.uol.com.br/

Pelo "pacote completo", mulher e filhos

"Antigamente quando eu me excedia/ Ou fazia alguma coisa errada/Naturalmente minha mãe dizia:/ "Ele é uma criança, não entende nada"...

Deixo o Tremendão ai na trilha sonora da crônica e, pelos poderes de Grayskull, vamos em frente.

Porque as mulheres com filhos são especiais, especialíssimas, como sempre sublinho nestes papiros mudernus.

Porque tem homem que morre de medo do que se costuma chamar por ai de “pacote completo”, quando a deusa vem com os seus meninos à tiracolo, canguruzinha marlinda.

Se bem que conheço amigas que temem mais do que nós hombres. Diante do menor barulho dos diabinhos fazem cara de Herodes.

Eu faço é cara de marido.

E tenho inveja porque não são meus. E tenho inveja porque não pude influenciá-los, ainda, nem na escolha do time.

Tudo bem, já saquei muito da cachola aquela lengalenga tipo Brás Cubas: não quero deixar na terra o legado da minha miséria etc etc.

Balela. Bora fazer menino, minha musa, e confundir de vez criador e criatura.

As mulheres com filhos são o que há de mais tentador nesse lero-lero vida noves fora zero.

Incríveis, magníficas, únicas. No papo e na cama.

Agora rio aqui sozinho lembrando da noite em que fui pela primeira vez para a casa de uma ex-ex-ex.

Saía desesperado do quarto em busca de um copo d´água. O amigo que bebe sabe o que é um homem cego, que não achou os óculos na cabeceira, saindo por uma arquitetura desconhecida, na madruga, em busca de um refrigério para a ressaca.

Depois de alguns tropicões, seguindo uma fresta de luz, ainda sem fazer ideia onde estava a geladeira... eis que um endiabrado menino, senhoras e senhores, portando uma daquelas armas iluminadas que me levou direto para um conto de ficção científica.

Aquela tocha de fogo aumentou ainda mais a minha sede e desespero. Não se nega um copo d´água a um ressacado, apelei ao rapazinho.

Sorriso sádico, o menino, armado com uma daquelas miseráveis eespadas de He-Man, não cedeu ao meu apelo. Quem manda mexer com a sua linda Jocasta.

O ciúme e a sede de aventura o faziam me espetar e dar pulinhos ridículos e cegos.

Quando fui tomar o mísero copo d´água, o dia já havia dado as caras.

Depois do duelo, e muitos passeios a três, de mãos dadas, nos tornamos grandes amigos.

Escrito por Xico Sá às 15h45


Eu já comentei!!!

Flavia Werlang] [werlang.flavia@gmail.com][http://www.gravidasolteira.blogspot.com/]
Xico, eu já te adorava mas, depois desta crônica... pago paixão para vc. Sou Flavia Werlang, autora do blog http://www.gravidasolteira.blogspot.com. É raro um homem olhar para uma mãe solteira sem um certo "medo" de ter que assumir a responsabilidade. (Por mais que a criança tenha um pai na certidão e/ou presente no dia-a-dia). Infelizmente, o medo de ter que assumir este papel assusta e os homens caem fora antes de conhecer a mulher/mãe. E estas, só conseguem voltar a ter um relacionamento quando as crianças estão crescidas, mais independentes. Gostaria de tropeçar com um Xico da crônica por aí. Beijos e parabéns por abordar o tema.

Obs.: O nome poderia ser Xico, Alfredo, Teobaldo. O que importa é que tenha caráter.

Grande beijo.
Flavia

12/10/2011 18:38

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

É Big. É Big. É Big...



Eu estou em falta com vocês. Estou devendo a coluna do aniversário da Luna. Minha princesa fez um ano dia 21 de setembro, mas comemoramos o aniversário dela no dia 24 de setembro, com uma festinha. Foi algo beeeem simples, para a família e pessoas que mais me ajudaram neste um ano. Por mais que a vida de mãe solteira seja cheio de apertos, a pensão que recebemos (quando vem) é irrisória e ter ficado desempregada alguns meses, eu tive que fazer uma comemoraçãozinha por dois motivos: um para agradecer quem mais esteve por perto e deu carinho não só a mim, mas a minha filha – quero agradecer em especial a minha ex-babá, Eva, que hoje cuida da Luna. Dois, para marcar esta data. Um ano. Foram 12 meses conhecendo o valor da palavra incondicional, acordando durante as madrugadas, mesmo as mais frias de inverno, aprendendo o que eram as cólicas, refluxo e afins. Dei de cara com a solidão e tive que a encarar de frente pois eu era a responsável pela vida da minha filha tinha que dar assistência a ela. Chorei muitas vezes por estar sozinha em casa e sem ter para quem pedir: “Segura ela um pouquinho, enquanto eu vou ali fazer xixi e beber água?”. Tudo isso, entre tantas outras situações me fizeram e continuam me fazendo uma mulher melhor e mais preparada para as próximas adversidades da vida. Por estar aqui, inteira, bem, feliz com meu bebê, eu não podia deixar a data passar em branco. Minha irmã, Cris, produtora de festas da Fábula e Arte, veio do Rio de Janeiro e trouxe lembrancinhas lindas, minha madrasta Elaine fez os docinhos e bombons. Todo mundo colaborou.

Mas, na semana da festinha, uma sensação estranha tomou conta de mim. Eu estava triste porque o Mr. Pai não estaria lá. Hoje eu realmente não sinto mais nada por ele, graças a Deus. Eu não sei dizer quando, em que momento, mas o meu sentimento que me fazia querer tentar, formar uma família com ele, estas coisas, ficou perdido em algum lugar neste um ano. Afinal, foi o abandono durante a gravidez, as declarações por outra na minha frente enquanto eu estava grávida e, depois que nossa filha nasceu, faltou uma postura madura. Comigo e com a minha família. A parte “boa” é que eu também não carrego mágoas, ódio, nem nada parecido. Mr. Pai é e sempre será o pai da minha filha.

Logo antes da festa, eu fiquei chateada porque, apesar de hoje ainda incomodar com “chatices” ele é presente na vida da Luna, mas nossas famílias nunca irão se aceitar. Depois de palavras ditas, atitudes (não) tomadas e outras ações desnecessárias, meu pai não aceita mais falar com ele, nem o quis na festa da Luna. Minha amiga e mãe solteira Nina me disse: “Você não ia gostar do cara que fizesse Luna sofrer”. Verdade. Naquele momento, percebi que minha filha terá sempre duas comemorações no aniversário dela. Uma da família materna e outra da família paterna. Pensei muito em cancelar a comemoração, em não fazer este “apartheid”, mas a minha filha vai ter que crescer sabendo da historia dela. Gostaria muito de oferecê-la uma festa com papai e mamãe, mas estou dando o melhor que eu posso. “É Big. É Big. É Big...”


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Um ano de Luna

Hoje a coluna é em homenagem a razão de ser deste blog: a Luna.

Um ano de Luna

Luna mudou completamente a minha vida e meus objetivos. Não poderia ser diferente. Mas, talvez por ser sozinha ou, da forma como foi, eu tive que rever conceitos e hoje posso dizer que minha filha funciona como uma espécie de lastro, que mantém o equilíbrio do navio – e da minha vida.

Há 365 dias eu sou a pessoa mais importante na vida de uma pessoa. Primeiro fui responsável por amamentar, trocar as fraldas, mantê-la quentinha e confortável. Depois vieram as cólicas. Eu dava meu colo, fazia massagem e a colocava em minha barriga de bruços para tentar aliviar as dores abdominais.

Nos primeiros dias, a achava muito frágil e a colocava em meus braços para dormir. Mesmo exausta, meu sono era de vigília. Além de me preocupar com meu bebê, eu achava que tinha que “proteger” a casa. Mais tarde, percebi que esta função era do homem e, por não ter um em casa, eu instintivamente quis criar uma redoma para ela. Mais tarde, tive que voltar a trabalhar e, juntas, enfrentamos novidades e instabilidades.

Enquanto isso, o meu bebê também crescia. As primeiras risadas, as primeiras gracinhas, os primeiros gracejos, o primeiro dentinho. As primeiras papinhas, aprender a sentar, a engatinhar e agora, os primeiros passos. Enquanto escrevo esta coluna a minha filha, prestes a completar um aninho, está agarrada na bonequinha. Ela já deu de mamar, pegou seu paninho e tentou cobri-la. Agora fez a bonequinha ninar. Nada disso tem preço.

Ela nasceu em 21 de setembro de 2010, no dia da árvore, duas semanas antes do previsto. Posso dizer que, de uma vez só, fiz as três coisas que um homem deve fazer na vida: tive um filho, plantei uma árvore e comecei a escrever meu livro.

Minha filha se chama Luna. A árvore foi simbólica. Eu fiz um blog, owww.gravidasolteira.blogspot.com que nasceu com a nossa história de mãe solteira e tem dado frutos, ajudando mães no Brasil inteiro. O livro já tem 30 capítulos e continuo escrevendo. Logo será editado. Palmas para Luna que plantou esta semente e espero que continue ajudando muitas mães solo por aí. Parabéns, filha, por ser a minha pequena grande Luna.

Beijos

Flavia

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Reflexão pré-um ano! (Parte 1)

Está chegando o aniversário de um aninho da Luna. Impossível não parar para fazer uma grande reflexão. Hora de agradecer as conquistas e as pessoas que estiveram presentes ou entraram na minha vida. Momento de ver o que ainda cabe na nossa historia.
É hora de correr atrás do tempo perdido e tirar o atraso pelos meses em que ela dormia quase 18 horas por dia e eu ao lado zelava seu sono ou amparava suas cólicas, com ela no colo ou de bruços na minha barriga.
Depois veio o tempo de começar a mexer o corpo. Lentamente, para conhecer o território e saber até onde iam os limites das pernas. Engatinhar. Andar como gatos. Esticar-se timidamente pelo chão. Hoje meu bebê já se equilibra sozinho. E mais: quando aponta um alvo, sai em disparado com seu andar de gatinhas sem o menor pudor. Luna começa a dar seus primeiros passos e a tendência é que, naturalmente, (nós) deixe(mos) pelo caminho as coisas que "pesam" ou atrasem o nosso passo.
Qualquer analogia com o comportamento da mãe da Luna nos últimos meses não é mera coincidência. Falo isso em relação à vida. Tem um momento em que precisamos "guardar" energia e aceitamos o "banco de reservas" para poder nos rever diante de um grande espelho, reavaliar nossas estratégias, ver o que deu certo e o que nos levou àquela "contusão" que nos deixou fora do jogo por algum tempo. Com a ajuda de um bom ortopedista, fisioterapeuta e treinador - além da torcida, é claro -, voltamos à cena do jogo. Desta vez, para assumir uma postura mais ativa diante das nossas vidas.

Somos mães, mas ainda somos mulheres

Este fim de semana, teoricamente, era do Mr. Pai. Me programei para encontrar minhas amigas na sexta à noite. Até que ele me disse que não iria buscar a filha. Cheguei a dizer que não ia mais ao encontro das amigas até que resolvi fazer ele assumir as responsabilidades dele. Liguei e disse que já havia marcado um programa e que ele iria assumir as responsabilidades dele. Ele, óbvio, ligou para a mãe para ver se podia assumir este “compromisso”.

Dez e meia ele ficou de passar para buscar a Luna. Ok. Chegou aqui em casa cheio de piadinhas. “Viu, filha? A mamãe vai para a balada e nós vamos para casa dormir. Ela ainda vai preferir a mim que a você”, disse querendo me agredir e continuou a dizer coisas como se eu preferisse sair a ficar com minha filha. E disse que ele, o pai exemplar, “nos últimos seis meses nem tem saído e quando o encontram na rua perguntam se ele ainda mora na cidade”.

Eu realmente estava com pressa ou ultimamente não estou dando muito trela ao que Mr. Pai diz ou pensa. Se eu usasse as palavras dele, eu diria que “estou em outra vibe”. Literalmente. Poderia ter argumentado que passamos a gravidez sozinhas, eu e Luna, enquanto ele jurava amor eterno a uma outra moça que mal conhecia. No pós parto cumpri todas as funções de mãe e protetora do nosso bebê e sim, muitas vezes precisei de alguém do meu lado. Mas ele estava se recuperando do pé na bunda da grande paixão da vida dele.

Eu fui mulher o suficiente para levar a gravidez, para cuidar da nossa filha, o que continuo fazendo muito bem, mas nós, ex-grávidas e mães solteiras passamos por mais uma árdua lição: nos redescobrir mulheres após a maternidade sozinhas. Quando existe um casamento, uma relação entre a mãe e o pai da criança, o homem faz este papel e ajuda a mulher a voltar a se sentir desejada. Mr. Pai me fez parecer assexuada após a maternidade.

Não sei se o fato de eu estar “voltando” de forma mais madura e não o estar incluindo o incomoda e o faz querer me agredir com piadas e gestos afins. O que eu acredito e recomendo às mães solteiras é que, quando chegar o momento, tenham um tempo para si mesmas. Sair com as amigas, dar boas risadas – mesmo que uma vez por semana ou a cada 15 dias. É revigorante. Somos mães, mas ainda somos mulheres!


sábado, 3 de setembro de 2011

Na CBN

Oi Mães
O Grávida, estado civil mãe (solteira) foi assunto hoje da Revista CBN em rede nacional na seção

Blogueiros: dicas para as mães e histórias de grávidas solteiras. Eu estou realmente orgulhosa da proporção que o tema ganhou.

Obs.: Desculpem a blogueira e jornalista que não está acostumada a dar entrevistas em rádios e gaguejou. Estou acostumada a ficar do outro lado da notícia... Mas, acho que o importante é passar a mensagem.

Quem quiser escutar, acesse o link:

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A mãe solteira quer um pai presente, ou ausente de vez?

http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/flavia-werlang/a-mae-solteira-quer-um-pai-presente,-ou-ausente-de-vez

Acesse!! Comente!!

"A mãe, independente do estado civil, sempre quer o MELHOR para seu filho. E o melhor nem sempre está escrito na 'cartilha' seguida pela maioria. Este artigo só reforça a decisão já tomada! Obrigada, mais uma vez, querida Flavia!"
Isso mesmo, Alê... É isso que queremos, o melhor para os nossos filhos :)


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A imagem de pai no autorretrato de mãe



Olá :)
Este domingo é o Dia dos Pais. Nada mais junto do que uma homenagem para nós, as "mães alfa", que desempenhamos as duas funções. Fui convidada para fazer um post para o blog da Nestlé em homenagem à data "comemorativa" e quero dividir um "Feliz dia dos Pais" para vocês que acompanham o blog <3
Parabéns para nós.
Grande beijo
Flavia.


Acesse!! Comente!!






segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Novos Rumos

Veja o texto na coluna da revista Pais e Filhos.


Na semana passada estava conversando com uma amiga de São Paulo quando ela disse a seguinte frase: “Querer ter o pai do meu filho nas nossas vidas é como aquela viagem maravilhosa para Cancún que eu sempre sonhei... Algumas amigas fizeram e dizem que não vale a pena tanto esforço e dinheiro. Que é muito quente e chove demais. Eu queria me contentar com as reclamações delas mas, no fundo, Cancún sempre vai continuar na minha cabeça até que eu vá até lá”, disse Nina, mãe solteira de J.L., de um ano e meio.
Entendo Nina. Até algum tempo atrás meu sonho era fazer um curso de documentário em Cuba. Logo percebi que o meu desejo de conhecer aquele país e fazer aquele curso foi substituído. A vontade de fazer cinema deu espaço ao prazer em escrever. E o destino? Qualquer lugar mais cosmopolita com um parque de diversões para minha filhota se divertir.
Quando escutei a frase de Nina também percebi que já não desejo mais o pai da minha filha na minha vida. Gostei muito dele, o desejei no nosso dia-a-dia, mas ele nunca passará de um ideal de roteiro que a gente compra pela internet e, quando convive vê logo que se trata de um golpe. O pior é que não existe “Procon” para reclamar.
Vou apelar para a ficção para dar um exemplo. Acompanho a novela das oito da Rede Globo, Insensato Coração. Carol (Camila Pitanga), a mãe solteira de Antônio, quis saber como era a tal vida em comum com o pai do seu filho, o bon vivant  André (Lázaro Ramos). Não deu outra: se deu mal. Não adianta querer mudar a essência do outro para que este realize um sonho nosso. Às vezes, acabamos percebendo que certos lugares e pessoas não combinam mais com nosso estilo de vida e podemos reinventar novosdestinos e sonhos a qualquer momento. Não tente moldar o outro para caber no seu roteiro. Não vale a pena. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O bebê ainda está na barriga, mas já tem direitos...

Garanta-os!

O blog Grávida, estado civil mãe (solteira) está lançando uma campanha: "Toda gestante (solteira) tem o direito de receber os alimentos gravídicos".

"Toda gestante tem o direito de estar amparada nessa hora. Mesmo que o pai não queira!", alerta a advogada Renata Vilas-Bôas, do Instituto Brasileiro de Direito de Família.

Eu não sabia que a mulher tinha este direito e achava que, para consegui-lo, tinha que fazer exame de DNA intra-uterino. Não queria prejudicar a gravidez e, por isso, esperei Luna nascer. Depois que dei entrada na pensão efetivamente é que soube que não teria direito a ajuda retroativa (desde a gravidez), e sim desde que dei entrada no processo. A Justiça entende que, se a mãe não deu entrada no processo de alimentos, não o fez por que não estava precisando (???). Pois é.

Procurei ajuda de uma advogada - e mãe - para tentar deixar a doutrina menos fria e avaliar o contexto em que nós, mães solteiras, estamos inseridas. "A mulher - talvez por orgulho - tem receio de requerer os alimentos gravídicos, mas isso é bobagem! É um direito dela e da criança que carrega. Com tanta coisa acontecendo no corpo da gente, tantas alterações, que deixar de requerer o que é direito é um prejuízo grande que não teremos como cobrar posteriormente. É preciso responsabilizar esse pai desde o começo. Mesmo que seja da pior forma possível que é por meio do judiciário...", afirma Renata.

Muitas de vocês poderão encontrar dificuldades ao querer dar entrada no processo, pois alguns advogados mal-informados aconselharão darem entrada só após o nascimento do bebê. Não aceitem. Se o fizerem, não terão como pedir pensão retroativa... E depois do parto a locomoção fica mais difícil, tudo é adiado e a Justiça é lenta.



quinta-feira, 28 de julho de 2011

De quem é a guarda das crianças?

Como ficam os deveres e as obrigações de pais e mães que não são casados, não compartilham a vida, mas tem em comum o elo mais definitivo: filhos?

Luna está de férias da escolinha e esta semana foi especialmente corrida para nós. Além de corrida, minha filha está muito mais desenvolvida e tem me surpreendido nos últimos dias. A minha surpresa incluiu ela ter pronunciado um sonoro “papai” dia destes.

Ela pronunciou a palavra no mesmo dia em que eu precisava ir ao dentista e era o dia da visita do Mr. Pai. Pedi se ele poderia pegá-la um pouco mais cedo para eu poder ir ao dentista. Não posso levá-la por causa do barulho do motor dos aparelhos e, pasmem!, fui cobrada pela taxa de gasolina extra que ele gastaria com a nossa filha. Senão, eu teria que levá-la de carrinho até a casa dele!

Vale ressaltar que Mr. Pai só paga pensão judicialmente há três meses. E ele teve a coragem de apresentar um contracheque absurdo no dia da audiência. Aliás, quando chegou à nossa casa disse que iria entrar na Justiça pela guarda da nossa filha.

Será que é para economizar os R$ 300 reais de pensão?

Aliás, quando entrei na Justiça para legalizar o direito da pensão da Luna e os dias de visitas, também foi definida a guarda. Eu não sabia que tinha que entrar na Justiça para pedir a guarda da minha filha. “Quando a criança nasce, tanto o pai quanto a mãe são responsáveis por ela. Para que a mãe detenha a guarda dessa criança, faz-se necessário ingressar com a ação respectiva para que ela se torne guardiã dessa criança, afirma a advogada Renata Vilas-Bôas, do Instituto Brasileiro de Direito de Família. Fica a dica.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A autorização para viajar

Semana passada eu tratei de um assunto polêmico na coluna no site da revista da Pais e Filhos: o nome do pai ausente no registro. http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/flavia-werlang/um-nome-no-registro

Hoje eu resolvi voltar ao assunto aqui no blog porque uma mãe fez uma pergunta que vale para tirar a dúvida de muitas outras. "Se ele registrar e eu quiser viajar com minha filha no Brasil ou exterior, vou precisar de autorização do pai? Meu medo é ficar presa por causa do pai dela porque, se eu precisar de uma autorização dele, não sei nem onde ele está", disse a futura mamãe da Sophia.

A Mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Pernambuco Renata Malta Vilas-Bôas fez um artigo que coloco abaixo na íntegra para tirar as duvidas da mãe de Sophia e outras mamães na mesma situação.

Podem enviar suas dúvidas que vamos tentar ajudar vocês :)

Podem mandar por email tb: werlang.flavia@gmail.com

Garanto anonimato!!

"Em primeiro lugar deve ficar claro que é um direito da criança ser registrado pelos pais. Essa posição se baseia no princípio do melhor interesse do menor. Em segundo lugar, quando se trata de viajar temos que dividir em criança e adolescente: Criança: até 12 anos de idade incompletos. Adolescente: de 12 a 18 anos de idade.

Criança:

Quando se trata de criança ela poderá transitar livremente nos limites do domicílio do representante legal. Para poder sair dos limites da comarca é necessário que tenha a autorização judicial ou ainda estar acompanhada do responsável legal.

Comarca Contígua:

Acompanhada dos pais ou do representante legal (guardião, tutor ou curador) a criança poderá viajar para a comarca contínua no mesmo estado da federação ou incluída na a mesma região metropolitana e nesse caso não precisará de autorização judicial.

A mãe poderá viajar com sua filha para a comarca vizinha ou na mesma região metropolitana. (A comarca é a divisão territorial dos tribunais, pode abranger a um ou a vários municípios).

Para a criança viajar para fora dos limites da comarca e ela for contígua, no mesmo Estado ou ainda, incluída na mesma região metropolitana, mas não estiver acompanhada pelo responsável legal, ascendente ou colateral até 3º. Grau e nenhum outro responsável autorizado pelos pais precisará de autorização judicial. Se um dos pais autoriza, mas o outro se recusa a permitir e entregar a criança nesse caso caberá ao juiz resolver – conforme art. 21 do ECA.

A criança vai viajar para a casa dos avós, mas não tem ninguém para ir com ela, nesse caso o juiz autoriza e determina que o motorista, aeromoça ou responsável maior vele por ela até o seu destino final.

Caso um dos pais autoriza mas o outro não, voltaremos para o caso do juiz decidir.

Comarca não contígua: Ou se for contígua mas de outro Estado e não estiver acompanhada dos pais ou representante legal, ascendente ou colateral até 3º. Grau, ou nenhum outro responsável autorizado pelos pais, precisará de autorização judicial.

A criança quer viajar com um primo. Nesse caso, os pais devem autorizar. Se ambos os pais, ou um deles, não vier a autorizar, é necessário autorização judicial.

Adolescente:

Completou 12 anos deixou de ser criança e passou a ser adolescente e assim, a posição do ECA é diferente.

Comarca contígua ou não o adolescente poderá viajar sozinho desacompanhado dos pais ou responsável legal e sem autorização judicial, desde que em território nacional.

No caso de viagem para fora do território nacional é necessário que o adolescente esteja em companhia de um dos pais, com expressa autorização do outro. Caso o outro se recuse a conceder a autorização novamente teremos que recorrer ao judiciário.

A autorização do pai pode vir a ser suprida por via judicial. Assim, caso esse pai “desapareça” ou simplesmente queira “fazer birra” para não conceder a autorização no caso em que é necessário então iremos recorrer ao judiciário para que ele conceda a autorização.

Pais que estão em lugar incerto e não sabido

Deverá o requerente ingressar com ação de suprimento paterno ou materno, a fim de requerer a autorização para a viagem e expedição do passaporte, se o caso, mediante petição firmada por advogado, observada a necessária antecedência, com vistas a evitar transtornos decorrentes de pedidos de última hora. A ação poderá ser postulada caso um dos pais se recuse a autorizar a viagem ou emissão de passaporte. (http://www.tjdft.jus.br/trib/vij/vij_viag.asp)

Bibliografia:

Manual do Estatuto da Criança e do Adolescente: Teoria e Prática. Thales Tácito Cerqueira.

Estatuto da Criança e do Adolescente: doutrina e jurisprudência. Válter Kenji Ishida.



Renata Malta Vilas-Bôas, Advogada. Mestre em Direito Público pela UFPE. Autora de diversas obras jurídicas. Professora de graduação e pós-graduação na área jurídica. Email: renatavilasboas@bol.com.br. Twitter: @renatamvb

quinta-feira, 21 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um nome no registro

Direto do site da revista Pais e Filhos:

Nossa colunista, Flávia Werlang, trata de um tema delicado. As mães que não contaram com o apoio do pai durante a gestação ou na criação de seus filhos, deve deixar esse pai registrar a criança?


Acesse!! Comente!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Um dia bipolar


Nossa colunista, Flávia Werlang, nos fala da dor e da delícia de ser uma mãe solo: apesar de estar encantada com a filha que engatinha, não pode deixá-la sozinha nem por um minuto e não tem com quem dividir os cuidados com a bebê.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mães solteiras quebram tabu


Nossa colunista, Flávia Werlang, comemora o espaço que a sociedade e a mídia tem dado às mães solteiras

Leiam, Comentem!!

Na foto, a amiga Alessandra Pacini carrega Gabriel com 30 semanas de vida :)

http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/flavia-werlang/maes-solteiras-quebram-tabu



terça-feira, 5 de julho de 2011

Mãe solteira também tem vida social!


Nossa colunista Flávia Werlang fala sobre a difícil arte de ser uma mãe solteira e ter vida social noturna

Acesse e comente na própria coluna!!
Beijos :)


terça-feira, 28 de junho de 2011

Solteira X Casada

Acesse!! Comente na própria coluna no site!!

Nossa colunista Flávia Werlang fala sobre a dificuldade de criar um filho, tendo que desempenhar o papel de pai e mãe e dar conta das demandas emocionais e materiais da criança.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mãe Solteira Na Vida Real

Acompanhe minha coluna no site da Pais e Filhos!!

Nossa colunista Flávia Werlang reflete sobre as semelhanças e as diferenças da vida da mãe solteira na realidade e como é retratada nas novelas.

Acesse e comente na própria coluna!!!






sexta-feira, 17 de junho de 2011

Gravidez Solo

Acesse a minha coluna no site da Pais e Filhos: http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/flavia-werlang/gravidez-solo

É comum, durante a gestação, a mulher ficar insegura com a aparência, as mudanças no corpo e o desejo do companheiro. Flávia Werlang nos conta como a mãe solteira passa por esse período

ACESSE E COMENTE na própria coluna (por favor)!!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Novela com pitada de amor

Na novela das oito, Insensato Coração, o personagem de Lázaro Ramos que no início também rejeitou a gravidez de Carol (Camila Pitanga) fez no capítulo de ontem uma das declarações mais lindas em novela para o filho Antônio: "Você sabe que eu te amo, não sabe? Você é a única pessoa no mundo que eu posso dizer que amo. E, se um dia eu perder isso, nem sei. Vou ser o cara que você se lembra de procurar na hora em que está perdido, vou ser o cara para quem você corre quando está com medo. Nunca nada entre a gente vai ser obrigação, vai ser um fardo, nunca. E você vai ser sempre o maior amor da minha vida.", disse ele para o bebê.
Emocionante!
<3

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A mãe solteira e o dia dos namorados


Já imaginou passar o dia dos namorados grávida e sem namorado? E depois que o bebê nasce, muita saia-justa ainda pode acontecer. Leia o texto da nossa colunista Flávia Werlang sobre esse tema delicado.

ACESSE!!! COMENTE!!!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Nova coluna do site da Revista Pais e Filhos

revistapaisefilhos.com.br
Estreia hoje a nova coluna do site da Revista Pais e Filhos. Flávia Werlang, mãe de Luna, estará conosco duas vezes por semana!!!

Acessem e comentem na própria coluna!!

Beijos em todos, com carinho :)
Flavia

sábado, 28 de maio de 2011

Os primeiros sons

Anda há pouco Luna, antes de dormir, balbuciou uns sons. "Babá-Babá-Mama-Mama-Babá-Babá-Mama-Mama..."
Primeiro, eu fiquei perplexa, afinal, entendi minha filha chamando: "Papai e Mamãe-Papai e Mamãe..." tão nitidamente que deixou meu coração acelerado, eu fiquei meio zonza... e a primeira coisa que eu queria gritar é: "Mr. Pai, vem aqui! Escuta isso!!". Óbvio que fiquei na vontade e pus meu bebê para dormir dizendo a ela o quanto a amo e é especial para mim.
Mas tinha que dividir com alguém e vim para o blog <3

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tem dias que ainda quero gritar "Me leva?"

O blog me dá um retorno imensurável: as leitoras. Nada como o feedback das leitoras.

Quem me acompanha sabe que estou passando por uma situação delicada para quem tem 31 anos, é mãe solteira... Já fui independente, morava sozinha quando engravidei e hoje estou desempregada e voltei a morar temporariamente na casa do meu pai. Tenho que pensar primeiro na infra-estrutura da minha filha antes de aceitar qualquer emprego, tenho que avaliar muito antes de dizer "SIM" a qualquer proposta (apesar da vontade de fazê-lo) e por a mochila debaixo dos braços. Agora também tenho que carregar uma filha!

Tive um probleminha pessoal ontem e foi bom poder contar com o pai da Luna. Todo o carinho que faltou durante a gravidez hoje ele sabe dar à filha. Eu fui entregá-la no portão de casa e vi os dois partirem, de carro. Ele conversava com ela. Ela olhava para ele.
Eu queria sair correndo atrás do carro e gritar: "Me leva! Ei, vocês esqueceram de mim!".

Oooops!! Corta para a realidade, Flavia!
Ele está sendo um bom pai para a Luna, mas ele não é meu pai. Ele tem carinho, vai na escolinha e briga para participar da vida da filha (o que vejo com bons olhos). É difícil não misturar os sentimentos. Até hoje eu pago o "ônus" de ter tido um pai à distância que sempre se empenhou em mandar dinheiro para meu bem-estar. Mas quantas vezes eu só queria ter um pai que me colocasse no carro e conversasse comigo?
Contei isso para uma amiga e ela me perguntou: "Como você faz pra não chorar ou não pedir 'me leva!'?". Quem disse que, inconscientemente, eu não estou como uma menininha na frente do portão, pedindo "Me leva?"

terça-feira, 24 de maio de 2011

Hello!

Oi gente!!
Tou meio sumida, sorry!!
A verdade é que estou tentando me desdobrar em 1001: mãe, escritora, frila, blogueira, jornalista procurando emprego...
Esta semana a minha pequena grande Luna fez oito meses. Quando ela era pequenininha, recém-nascida eu a achava muito frágil, tinha medo de "quebrar" e não via a hora do meu bebê ficar um bebezão... Pronto! Agora eu tenho medo dela virar uma mocinha!!
Ela está muito esperta :)
Ela já senta e fica brincando com os "cacarecos" (por exemplo agora enquanto escrevo o post)... Daqui a pouco começa a caminhar! E quando chegar a hora de falar: "Tchau, mãe! Vejo você depois! Beijo, Fui!".
Céus :)